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quarta-feira, julho 11, 2012

By Mel: a Boneca e o Palhaço



BY: Melissa Grant



 Certo dia uma boneca de pano chorava. 
O soldadinho de chumbo veio falar com ela"porque olhos tão lindos estão tão salinos?" perguntou com delicadeza. 
"Não sou feliz, e por isso nenhuma criança me quer - quem quer uma boneca triste pra brincar? 
Toda molhada e pesada... Então fico mais triste e choro mais!" 
O soldadinho ficou pensativo um instante. 
"Também não sirvo muito bem de soldado..." andou pela brinquedoteca, "sou tão atrapalhado que quando vou à batalha riem de mim em vez de me temerem... um homem de guerra desengonçado..." mas antes que terminasse a frase, caiu de cara na tampa de tinta guache aberta no chão. 
Levantou o rosto todo pintado, apenas os olhos de fora. "...assim."

Sentou-se no chão em silêncio. Foi então que a boneca começou a rir da situação, da expressão estampada no rosto do soldado. Isso deu-lhe uma idéia.
Com algum esforço abriu a tinta vermelha e pintou o próprio nariz e um sorriso exagerado na boca. Virou-se e a boneca ria. Veio com a tinta no dedo e pintou-lhe um sorriso também. 
Ela gargalhava, e a água das lágrimas que lhe pesava saía aos poucos com os risos, secou-se toda!
"Agora nenhuma criança vai te achar triste demais pra brincar!" e sentou-se ao seu lado. 
"Então, você não devia ser soldado, mas palhaço!" "O que me chamam não vai mudar, mas posso mudar o que sou de verdade!" disse com certo orgulho da própria frase "Além do mais, o que é o palhaço senão um homem todo pintado de piada?" "É você", disse ela com um sorriso.
"E você, quando for chorar, lembra que sempre tem alguém que pode pintar um sorriso em você, daí  não precisa ser a boneca triste do jeito que te fizeram, pode ser quem você é de verdade!"


segunda-feira, dezembro 19, 2011

Túneis da liberdade

Contarei pra vcs meu sonho de hoje.


 " Hoje era para ter sido um dia feliz, pois era aniversário de uma pequena menina cujo nome não descobri.
Era fim de tarde e a cozinha da casa estava uma barulheira.
O senhorzinho que entrara na cozinha era o pai da família e pedia muitas desculpas por ter se esquecido do aniversário da filha caçula. 
Observando tudo, abri a geladeira e vi que o bolo esta intacto, não haviam cantado parabéns ainda.
Perguntei se eu podia comer a torta de limão e deixar a torta de morango para a comemoração, mas a garotinha estava realmente decepcionada com o pai e não queria mais que fosse seu aniversário. 
Pegou o casaco mais quente, desses que fingem pele de animal, passou-o por cima de seus cachos loiros  e se enfiou em uma pequena portinha escondida no fim da cozinha. Brava e chorosa a garota se aninhou lá.

De repente a parede que a separava de nós não existia mais. 
Várias câmeras surgiam e revelavam que a cozinha na verdade era um cenário, tudo estava sendo filmado.
Aquilo não era um lar, não havia liberdade ali. Tudo era monitorado.
Foi o fim do esconderijo da garota.
Assustada com a cena a pequena garota correu para baixo da poltrona e se escondeu. O barulho dos bastidores era intenso e ela não queria ser achada. Ainda estava brava e não entendia porque sua casa parecia fazer parte dos bastidores de um filme.


A medida que o som daquelas pessoas estranhas ficavam mais altos ela apertava mais o olho e se encolhia mais. Ao abrir uma fresta de olho viu um gato. Ali tinha um túnel bem pequeno. Sem pensar entrou nele.


Foi parar em uma floresta fria e cheia de gelo, com altos pinheiros. Ali muitos animais pequenos corriam. Por impulso correu também. Acabou entrando em outro túnel, mas este tinha a largura de uma bola de tênis.

Ela havia virado um coelho marrom bem fofinho.
Esse outro túnel a levou para uma toca. Era um esconderijo logo a baixo de uma mesa grande, cheia de livros. Não saiu da toca por um tempo, ouvindo o que as pessoas de fora diziam.
Os homens que passavam pelo local estavam perseguindo pequenos fugitivos. Pelo que deu para entender todo a cidade era uma prisão, ninguém entrava nem saia dela. Porém alguns poucos percebiam isso e não aceitavam a situação. Todos esses viravam pequenos animais e eram perseguidos, caçados e torturados.

Um dos que falava era um dos poderosos da cidade, filho da família que mantinha a cidade desse jeito. Parecia ser um dos melhores caçadores de fugitivos. 
Logo eles deixaram o local, mas o que ela não sabia é que o garoto desconfiava de sua presença.
Antes dele sair deixou vários livros e papeis em cima da mesa, olhou para a mesa, riu consigo mesmo e saiu.

A pequena garota, que agora era um coelho, saiu do buraco que se encontrava em baixo da mesa sem olhar para trás. Olhou ao redor. Estava em uma sala grande, com piso de madeira, carpete de veludo vermelho nas  paredes. Uma das paredes dava em uma sacada e do lado oposto era uma área aberta cheia de pinheiros e neve. 

Resolveu olhar a mesa.  
Haviam muitos papeis... um livrão grande e alguns outros menores espalhados.
Começou a folhear o grandão. Nele havia apenas muitas silhuetas e mulheres. A medida que corria as páginas elas começavam a tomar forma até que por fim havia apenas uma cabeça desenhada. Era uma moça feita de lápis de cor. Sentiu vontade de não ser mais um coelho.
Passos.
Voltou para baixo da mesa com medo.

- 'Ratos, com certeza eu ouvi barulho de ratos!'
Os caras maus estavam voltando. 
Olhou para o pedaço de madeira que tampava o buraco na qual outra hora estivera escondida, naquele pequeno pedaço de madeira estava desenhado um coelho igualzinho a ela. 
Não era hora de pensar naquilo, entrou no buraco e tampou-o. 
Infelizmente o coelho colocou a madeira do lado errado e dois olhos feios e esbugalhados, entalhados na madeira, ficaram expostos do lado de fora, em baixo da mesa.

 Só havia um caminho no túnel, seria muito fácil ser pega lá dentro, então,  aproveitando-se de um inicio de buraco que havia no túnel, ela começou a cavar loucamente na direção oposta da que viera.
Não ia dar tempo, ela ia ser pega.
Foi então que eu apareci. Não ia aguentar vê-la sendo pega, seja lá onde eu estivesse.
Chamei o rapaz e comecei a conversar.

Havia um cantinho aberto no chão entre o chão da sala e a parece que ia para fora da casa.
De alguma forma eu sabia que o buraco que ela cavava ia dar ali e novamente ela correria o risco de ser pega. Portanto como quem não quer nada comecei a aumentar aquele buraco, na direção da parede que saía.
O moço era muito simpático e não resistiu a uma conversa.
Cavei, cavei cavei.... tudo começou a tremer e o chão da sala desmoronou.

Não havia entulho algum com o desmoronamento, também não havia coelho, nem ao menos o moço caçador.
O lugar mudou de cenário. Eu estava em uma casa de barro e sem teto. Andei pela casa procurando algo familiar mas não havia nada, apenas paredes.
Em meio as andanças encontrei duas amigas minhas da faculdade/estágio. Elas sabiam como sair de la, então fui com elas.
Chegamos em uma parede. Haviam dois caras  e uma corda.
Bastava subir para sair de lá.
Elas começaram a fazer graça para os moços e eles começaram a falar coisas porcas e idiotas.
Fui ficando brava e resolvi subir por conta própria. Peguei a corda.
Ambos os caras pararam o que estavam fazendo e foram me dar bronca em tom de brincadeira.
Montaram uma escada de cimento em segundos, mas esta não encostava na parede, precisando dar um pulo enorme para que esta cumprisse o objetivo de me levar lá para cima do muro.
Irritada, subi pela corda.

Visto de cima o muro era bizarro, pois havia um vão muito grande entre o lugar em que eu subi e onde os moços estavam. A essa altura eles já estavam bravos e gritando, por eu estar do outro lado.
A altura que me separava do chão era enorme. De um lado estava a casa do outro um outro lugar, beeeeeem lá em baixo.
Haviam várias barras no muro então se eu tomasse cuidado até dava para descer.

De canto de olho vi que lá em baixo,do outro lado do muro, no chão, tinha uma parte de vidro e nela estavam presos dois coelhinhos, um mini-pinguim e um pintinho. Pulei la para baixo em pânico que alguém os visse.
Pulei de barra para barra e descobri que o novo local era uma academia. Não haviam pessoas ainda.
Abri o vidro que estava no chão.
Os pequenos animais estavam desmaiados, em meio a água.
Aquilo era uma armadilha.
Havia um túnel na floresta, feito pelo caçador, que dava ali naquela vidraça. Como ali havia água quente com sei lá o que, os animais se acomodavam e com o calor desmaiavam.
Enfiei os 4 em um tupperware que eu tinha em mãos, coloquei dentro da blusa para ninguém ver e saí correndo.

Acabei indo parar em um corredor.
Na primeira entrada que tinha eu entrei. Era uma imensa porta quadrada cheia de água quente e com vários idosos.Tive que parar de correr para não chamar atenção.Como todos eles estavam ali para tratar de reumatismo, não era comum a entrada de jovens, por isso me encurvei e fiz cara de idosa, se é que isso é possível.Andei o mais rápido possível.
Passei por um corredor cheio de lojinhas de rejuvenescimento até que no fim do corredor havia uma praia.
Olhei para os lados sem saber pra onde ir.Havia algo estranho naquela praia. O horizonte era belo mas estranho.Me dei conta de que tudo aquilo era falso. O horizonte era apenas um telão.Tinha que haver em algum lugar dali uma saída, uma parede, um escape.

'Pera, tem algo errado naquela lojinha.'
Do lado de uma das lojas, em plena areia, havia um pedaço de grade que não fazia sentido nenhum.
Eis a minha saída! Pulei na direção do buraco, me espremi o máximo possível e passei.
Ali estava uma lona, dividindo dentro e fora daquela cidade.
Saí na verdade em uma sacada. Atras de mim lona, na frente tendas que mais pareciam cafés. Ao meu lado a grade da sacada.
Ouvi uma voz entranha, pulei para o beiral da sacada. Lá em baixo apenas uma floresta de coníferas que terminavam em um lindo rio gelado.
-'Você!? é daqui de fora? Nunca te vi. Porque está no beiral?'
- 'Sou sim, estou apenas comendo um doce aqui na beirada.'

Comecei a comer, literalmente, uma colher que eu havia achado por ali. A moça que havia feito a pergunta se deu por satisfeita e foi embora.
Era  arriscado demais para eu ficar ali, estava passando muita gente. Todos com vestimentas totalmente diferentes da minha.
Pulei.

Mesmo sendo um abismo, havia uma parte mais alta, o final da prainha falsa que estava do outro lado da lona. Nessa área havia areia e o muro de uma imensa casa, na qual se encontrava toda a cidade.
Como a atendente da loja me viu, corri em direção a floresta, com os animais resgatados, sendo que um deles era provavelmente a garotinha.
Corri em busca da liberdade, fora daquela prisão, em uma floresta não mais tão fria."



Gostaria muito de saber se, agora, do lado de fora  conseguiríamos ajudar outros a fugir.
Gostaria de saber se o caçador viria para o nosso lado.
Mas nunca vou saber... porque minha bexiga ficou cheia e eu precisei acordar. 

O Rei de Quase-Tudo

(referência: Franca, Eliardo - O Rei de Quase Tudo, RJ. Orientação Cultural, 1979)

O REI DE QUASE-TUDO

Ele queria tudo.
Queria todas as terras.
Queria todos os exércitos do mundo.
E queria todo o ouro que ainda houvesse.
Assim, mandou seus soldados à procura de tudo.

E mais terras foram conquistadas.
Outros exércitos foram dominados.
Nos seus cofres já não cabia mais tanto ouro.
Mas o rei ainda não tinha tudo.
Continuava o Rei de Quase-Tudo.
Por isso quis mais.

Quis as flores, os frutos e os pássaros.
Quis as estrelas e quis o sol.
Flores, frutos e pássaros lhe foram trazidos.
Estrelas foram aprisionadas e o sol perdeu a liberdade.
Mas o Rei ainda não tinha tudo.
Porque tendo as flores, não lhes podia prender a beleza e o perfume.

Tendo os frutos, não lhes podia prender o sabor.
Tendo os pássaros, não lhes podia prender o cantar.
Tendo as estrelas, não lhes podia prender o brilho.
E tendo o sol, não lhe podia prender a luz.
O Rei era ainda o Rei de Quase-Tudo.
E ficou triste.

Na sua tristeza saiu a caminhar pelos seus reinos.
Mas os reinos eram agora muito feios.
As flores e os frutos tinham sido colhidos.
A noite não tinha mais estrelas e o dia não tinha sol.
e triste como ele, eram os seus súditos.

Então o Rei de Quase-Tudo não quis mais nada.
Mandou que devolvessem as flores aos campos
e que devolvessem as terras conquistadas.
Mandou que plantassem árvores para que dessem frutos
e que soltassem os pássaros.
Mandou que distribuíssem as estrelas pelo céu
e que libertassem o sol.

e o Rei ficou feliz.

segunda-feira, outubro 18, 2010

Deus sabe tudo

Majin_Bu_by_NoPLo, Deviantart

Havia uma tribo indigena que morava no meio da floresta. Nessa tribo morava um indio Cristão que era conhecido por sempre repetir a seguinte frase: “Deus sabe tudo”

Certo dia o chefe da tribo resolveu cortar um tronco com um serrote…

“Não! o Sr. é o chefe não fassa isso!”, “Largue esse serrote, nó fazemos!”- diziam os quatro indios que o acompanhavam.

“Eu quero cortar o tronco e vou cortar”- disse o chefe da tribo.

Nessa façanha o chefe da tribo acabou por cortar fora quatro dedos de sua mão. Nisso o seu amigo indio Cristão falou ao longe ‘Deus sabe tudo!’

‘Não é hora para fazer brincadeiras, como você é inconveniente! Prendão-no!!!!!!!!!’- gritou o chefe, muito irado.

Dias depois o chefe e seus 4 amigos sairam para caçar e deram de cara com uma tribo canibal. Um por um eles foram analizados, pois esses canibais só comiam seres humanos perfeitos. Todos os amigos do chefe foram levados para serem comidos, mas ele foi solto e posto para correr pois era um ser imperfeito, tinha apenas um dedo em uma das mãos.

Voltando correndo para a aldeia ele mandou soltar rapidamente o seu amigo Cristão e lhe deu um abraço. “Se você não me tivesse dito que Deus já sabia eu nunca entenderia o que aconteceu, não fui comido, seu Deus me livrou! Obrigado! Me desculpe por ter te prendido.”

“Você tá brincando? Eu que te agradeço, por ter sido preso! Se você não tivesse me prendido eu teria sido comido também!”

quarta-feira, outubro 13, 2010

Marcas de Batom no Banheiro...

(Valeu Giu… esse e-mail vale um post)

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Marcas de Batom na Banheiro

Numa escola pública estava ocorrendo uma situação inusitada: meninas de 12 anos que usavam batom, todos os dias beijavam o espelho para remover o excesso de batom.
O diretor andava bastante aborrecido, porque o zelador tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia. Mas, como sempre, na tarde seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batom...
Um dia o diretor juntou o bando de meninas no banheiro e explicou pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam. Fez uma palestra de uma hora.
No dia seguinte as marcas de batom no banheiro reapareceram...
No outro dia, o diretor juntou o bando de meninas e o zelador no banheiro, e pediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do trabalho. O zelador imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho.
Nunca mais apareceram marcas no espelho!


Moral da história:
Há professores e há educadores...
Comunicar é sempre um desafio!
Às vezes, precisamos usar métodos diferentes para alcançar certos resultados.
Por quê?

•Porque a bondade que nunca repreende não é bondade: é passividade;
•Porque a paciência que nunca se esgota não é paciência: é subserviência;
•Porque a serenidade que nunca se desmancha não é serenidade: é indiferença;
•Porque a tolerância que nunca replica não é tolerância: é imbecilidade."

quarta-feira, agosto 25, 2010

Feliz Aniversário Lala

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Lallais!!!!!!

Feliz Aniversário!

É muito bom ter vc como amiga, como companheira Pantera, como esmpresária, como cumplice, como parceira bióloga e até como irmã!

(Se vcs não sabem, agora vão ficar sabendo: as Panteras são irmãs. Elas surgiram de uma Organização Especial de Criação de Humanos Modificados, que fazia esperiências genéticas com embriões roubados. Após a seleção mutagênica correta nos embriões. Eles eram devolvidos aos pais verdadeDSC08423iros e analisados a distância. Mas como todas possuiam o mesmo ‘Fator Pantera’ em seus cromossos, pertencem genéticamente a mesma familia. Fingindo ser o destino essa organização deu um jeito de uni-las e depois separa-las aos poucos, para ver o que ocorria, mas não esperavam que elas percebessem… por isso elas trancadas em um compartimento secreto e lançadas ao mar. Pro possuirem muita inteligencia e talento, fugiram e explodiram toda organização e agora trabalham como detives denominadas Panteras.)

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Não se preocupe Lais, eu naõ vou falar seu nome verdadeiro. Sua identidade secreta está segura em minhas mãos!

Vai em frente Pantera Loira!

(Lembra do dia que fomos todas tomar café nos Alpes? Precisamos ir lá de novo… )

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sábado, abril 17, 2010

Ninguem tá vendo!

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Cuidado quando vc diz “Mas não tem ninguem vendo!”… sempre tem alguem vendo… vc é que não sabe….

Agora a pouco fomos a pé até a Banca Central porque o Thiago queria trocar figurinhas da copa… na volta fomos pelas casa, pq o Thiago queria fazer um caminho diferente…

Como de costume o Thiago começou a fazer gracinha na rua…ele ficou andando com os pés tortos…

Minha mãe ficou dando bronca nele e assim começa a história:

“ Para de andar assim Thiago! Já falei pra parar!

AÍ mãe, não tem ninguem vendo!

Mesmo assim! Isso é falta de respeito.

Com quem com os deficientes? Mas e se eu andar assim? e assim?

Chega Thiago, não brinca assim!

EU SÓ TÔ TENTANDO ANDAR DE LADO! NÃO SOU DEFICIENTE!”

risadas ao fundo ‘HAHAHAHAHA”

ok coincidendia

“Psiu, Psiu …mocinho… mocinho… vem cá…”

Fomos até uma casa na qual se encontravam duas senhoras saindo pela porta…

“Ai Mocinho nós estavamos ali comentando: Que coisa, um rapazinho tão jovem e bonito, mas deficiente… ainda bem que vc não é deficiente hahaha”

Eu: toma! bem feito! Ninguem tá vendo… sei…

xD

quinta-feira, fevereiro 18, 2010

Devoradora de sonhos

Havia uma menina chamada Elisa.
Ela tinha um sonho, casar com o Joe Jonas. Mas infelizmente ela naõ deu sorte... bom... isso dependo do referencial.
Ela ganhou da sua tia má (Salsinha era seu nome), uma aranha mutante, para que ela entregasse a pessoa que ela mais gostasse. Infelizmente a aranha fugiu, mordeu outro cara e ele virou o Homem Aranha...
Mas a regra era bem clara:
quem a aranha picasse teria que se casar com Elisa.
-Oh Não!, pensou a mocinha.
Mas eu amo o Joe!

Agora já era.
- Não irei me render! não quero um tipo Homem aranha! serei facilmente sequestrada e nunca serei a primeira opção dele... tudo vale para salvar o mundo... eu quero o Joe
Foi assim que a aranha se irritou... fez uma enorme teia e prendeu o pobre rapaz, que não tinha nada a ver com nada, já que ele nem mora no Brasil... fazer o que... a aranha é ninja, alem de mutante...

-Jooooooeeeeeee! Sua aranha malvada, solte-o!

Foi assim que o sonho de Elisa se desfez... a aranha se alimentou do rapaz.
O mundo nunca soube o fim do irmão Jonas. Nem ele próprio.
Elisa perdeu seu homem aranha pra Mary Jane e contimua a sofre na mão de sua tia má
MUHAHAHAHA
final feliz pra mim (tia má, que rio as custas dos sofrimentos alheios) e triste pra Elisa huhuhu

By: Amanda
To: Elisa

Nova Temporada de Puc Panthers

Nos episodios anteriores de Puc Panthers:

Panthera anaAna foi transferida pra outro periodo, mas isso não impediu que o quinteto se desfizesse. Mas e agora ,que Luara mudou de setor e Sharon desistiu de trabalhar com as Pantheras? Será que Sharon resolveu mesmo deixar a vida dupla ou se filiou a outra organização??

Tudo parece estar se desfazendo para elas! Será que as agentes da Bio-Org sobreviverão a essa falta de membros?

Não perca a nova temporada de Puc Panthers e descubra!!!!!!!

quarta-feira, dezembro 16, 2009

arrombamento ou Joaninha?

Caramba… minha patela tá parecendo frouxa…

Hj a gente saiu da minha vó bem tarde e a porta estava aberta, escancarada…. não tinha guarda na rua e tava tudo escuro… ligamos pra policia meio aflitos, mas ao mesmo tempo desconfiados de que podia ter sido a Joaninha, pq ela tem o costume de pular na massaneta…mas minha mãe tinha certeza de que estava trancado, na verdade ela lembra de ter trancado a porta…mas Deus acampa seus anjos na porta daqueles que o temem e os livram…

no meio das voltas no quarteirão achamos o guardinha e pedimos pra ele ir ver… ele entrou e depois de uns minutos o thiago entrou tbm… eles rondaram tudo e a unica coisa encontrada foi a Joaninha com cara de culpada…

eu não sou uma pessoa covarde, pq eu sei quem me guarda e quem me livra, é claro q eu tava com um pouco de taquicardia, mas nada fora do normal… entramos, olhamos ao redor, tudo em ordem (quer dizer, na acostumeira desordem) , então minha mãe achou melhor ligar pra policia de novo e dizer que tava tudo em paz… pra que… quando ela tava terminando de falar eu dei um grito… acabei com toda tranquilidade adiquirida com muito custo… a Joaninha tava miando , pedindo comida, mas eu tava deixando ela um pouco de castigo por ter aberto a porta , visto que são 11 horas da noite e não é hora da porta da rua estar aberta… ela parou de miar quando eu sai da cozinha, eu tava no meio da escada e ouvi um ‘MUOOOON’… essa foi a hora q eu gritei e minha mãe tava no telefone com o guarda… uma coisa é eu estar em paz, outra é minha gata soltar um miado horrivel q eu nunca tinha ouvido, como se tivessem arrancando a cabeça dela … minhas gatas só fazem ‘miau’ e olhe lá, pq a Magali raramente mia, aquele ‘muoooooon’ foi apavorante… eu gritei pra não chorar, minhas pernas bambearam e eu comecei a tremer… ninguem descobriu pq ela fez aquilo, mas pior q uma porta aerta no meio da noite é um miado daquele…nada ocorreu… mas os misterios ainda ficam no ar… como a porta tava destrancada?, pq aquele miado aterrorizante? argh… sensação ruim…

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terça-feira, outubro 13, 2009

Tankiwi

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Quero lhes apresentar o Tankiwi!
ele é um dos meus personagens ^^...
eu o criei em fevereiro (na data do desenho a cima) com a ajuda do thiago . Ele surgiu de uma pqna brincadeira q eu tava fazendo com o thiago, em um dia em que minha mãe estava usando o pc -pra estudar- e o thiago tava emburrado porque ele queria usar o pc- pra nada de mais, alem de divagar.
Eu fazia alguns desenhos em uma folha e dava pro thiago zoar: ou ele escrevia algo q os bichos estavam falando ou ele desenhava a cena.Nisso o thiago resolveu fazer um pqno tank atirando em todos os desenhos ¬¬.
Ficou bem divertido!
Então caiu a minha ficha e eu criei o tankiwi (o nome tbm foi dado pelo thiago).E por um milagre eu crei a história tbm!!!
o desenho inicial e algumas atualizações da história estão em:
www.animands.deviantart.com
basta entrar na galeria e na pasta de "my story board"
A coruja chama Susana, e eu já tenho uma noção de como inseri-la na história.

Finding_by_animands


********* Sobre a história ***********
o rascunho da história é esse:
Em uma fazenda haviam tres crianças.
Dois menino e uma menina, todos irmãos.
O garoto ganha um presente vindo do caminhão de entregas de kiwi, com a seguinte mensagem: "ensinem-o a viver" .
Para as crianças, fazer um brinquedo viver não fazia o menos sentido, principalmente um pqno tanque cinza que arremeçava bolinhas.
Logo que o presente foi aberto veio a primeira rebeldia do brinquedo- atirar uma bolinha bem na cara do garoto.
Assustado com a repentina claridade e a enorme fronte a sua frente o tank atirou. Logo colocaram ele no chão e ele assustado saiu rondando rapidamente a região do celeiro, tomando varios sustos.
Atarefadas as crianças deixam o brinquedo em paz e saem, sem ligar muto pra ele.
Toda a história daqui pra frente se passara em varios locais diferentes da fazenda, mas o brinquedo sempre atira nas coisas, destroindo o q puder e se irritando com as dificuldades do caminho, visto que o chão não é feito adequadamente para suas rodinhas urbanas...
Resmungão, rebelde, irritadiço, impertinente, intolerante, "atacado",briguento- apenas causas comuns do medo e da insegurança.
Está apenas resumido a primeira parte da história.
O que realmente acontece em cada dia eu tenho que desenhar, pq não é pra ser uma história escrita e sim um quadrinho ou uma animação (ainda não sei fazer, então só vou ter os rascunhos).


A segunda parte será a entrada da Susana.
Ela se isola por vontade propria de outros seres. Mas os dois se indentificaram rapidinho...
Quando pequena Susana não se dava muito bem com as outras corujas, mas não tinha nada contra ninguem, até que simpatizou com um humano (irmão mais velho do garoto que ganhou o tankiwi) e começou a brincar com ele. As corujas não gostavam daquela relação por não ser normal uma coruja , teoricamente selvagem, virar bichinho de estimação por vontade propria. Como a mãe da corujinha sabia que o garoto já tinha uma certa idade e teria que sair pra estudar fora, deixou que os dois interagissem, pois quando ele fosse embora ela esqueceria e voltaria a brincar só com corujas.

As corujas pequenas, como de costume, tiravam com a cara dela e acabaram deixando-a de lado, sendo a esquisita. Sendo determinada, Susana em vez de abandonar o garoto, parou de falar com as corujas menores. Well… o garoto foi enfim embora, com a mãe dela avia previsto.

Ela, com sua teimosia toda, alem de suas magoas, passou muitos dias de sua vida brincando sozinha, com os ‘equipamentos’ que o garoto havia deixado pra tras.

Até que finalmente em uma de suas brincadeiras ela e o pqueno tank se encontram.

Bom… eu ainda tenho que pensar mais e ver quando as crianças entram , ou como aparecem...
Tudo me leva a crer que as crianças são personagens secundarios, mas de extrema influencia, isso antes da coruja, pois ele terá que ter pelo menos um pouco de bons modos pra que ambos são transformem as brincadeiras em batalhas.

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intercambio furo

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OBS: em alguns desse desenho tem animais que não fazem parte dessa história ^_^… são meus bichinhos do mar… que por acaso não tem história ainda… então fazem um bico nessa xD

sábado, agosto 30, 2008


O peixe é um dos símbolos do cristianismo. A palavra peixe, em grego, é IXTIS, cujas letras são iniciais da frase "Jesus Cristo Filho de Deus Salvador".

quarta-feira, julho 23, 2008


Uma bola de basquete nas minhas mãos vale uns R$ 35,00
Uma bola de basquete nas maõs do Oscar vale R$ 7.000,00...Depende das mãos que a seguram.
Uma bola de volei nas minhas mãos vale uns R$ 25,00
Uma bola de volei nas mãos do Tande vale uns R$ 5.000,00...Depende das mãos que a seguram.
Uma raquete de tenis em minhas mãos não tem uso algum
Uma raquete de tenis nas mãos do Guga o tornou o numero 1 do Mundo...Depende das mãos que a seguram.
Uma vara em minhas mãos vai manter os animais afastados de mim
Uma vara nas mãos de Moisés abriu o Mar Vermelho...Depende das mãos que a seguram.
Um estilligue nas minhas mãos e apenas um brinquedo
Um estilingue na mãos de Davi se tornou uma arma poderosa...Depende das mãos que o seguram.
Dois peixes e cinco pães nas minhas mãos se tornam alguns sanduiches
Dois peixes e cinco pães nas mãos de Cristo alimentaram multidões...Depende das mãos que os seguram.
Pregos nas minhas mãos podem significar a construção de uma casa
Pregos nas mãos de Cristo significaram a SALVAÇÂO DO MUNDO...Depende das mãos ...........
Como voce pode concluir agora, tudo depende das mãos...
Então coloque suas preocupações, seus sonhos, seus anseios, seus temores, seus interesses, SUA FAMILIA, SUA VIDA Nas mãos de DEUS!
Pois TUDO depende das mãos que os tem.










domingo, junho 22, 2008


O ÚLTIMO FOLHETO!!!
Todos os domingos à tarde, depois do culto da manhã na igreja, o pastor e seu filho de 11 anos saíam pela cidade e entregavam folhetos evangelísticos.
Numa tarde de domingo, quando chegou à hora do pastor e seu filho saírem pelas ruas com os folhetos, fazia muito frio lá fora e também chovia muito.
O menino se agasalhou e disse:-'Ok, papai, estou pronto.
'E seu pai perguntou:-'Pronto para quê?'-
'Pai, está na hora de juntarmos os nossos folhetos e sairmos.
'Seu pai respondeu:-'Filho, está muito frio lá fora e também está chovendo muito.
'O menino olhou para o pai surpreso e perguntou:-'Mas, pai, as pessoas não vão para o inferno até mesmo em dias de chuva?
'Seu pai respondeu:-'Filho, eu não vou sair nesse frio.
'Triste, o menino perguntou:-'Pai, eu posso ir? Por favor!'
Seu pai hesitou por um momento e depois disse:-'Filho, você pode ir. Aqui estão os folhetos. Tome cuidado, filho. '
-'Obrigado, pai!
'Então ele saiu no meio daquela chuva.
Este menino de onze anos caminhou pelas ruas da cidade de porta em porta entregando folhetos evangelísticos a todos que via.
Depois de caminhar por duas horas na chuva, ele estava todo molhado,mas faltava o último folheto.
Ele parou na esquina e procurou por alguém para entregar o folheto, mas as ruas estavam totalmente desertas. Então ele se virou em direção à primeira casa que viu e caminhou pela calçada até a porta e tocou a campainha.
Ele tocou a campainha, mas ninguém respondeu.
Ele tocou de novo, mais uma vez, mas ninguém abriu a porta.
Ele esperou, mas não houve resposta.
Finalmente, este soldadinho de onze anos se virou para ir embora, mas algo o deteve.
Mais uma vez, ele se virou para a porta, tocou a campainha e bateu na porta bem forte.
Ele esperou, alguma coisa o fazia ficar ali na varanda. Ele tocou de novo e desta vez a porta se abriu bem devagar.
De pé na porta estava uma senhora idosa com um olhar muito triste.
Ela perguntou gentilmente:-'O que eu posso fazer por você, meu filho?
'Com olhos radiantes e um sorriso que iluminou o mundo dela, este pequeno menino disse:-'Senhora, me perdoe se eu estou perturbando, mas eu só gostaria de dizer que JESUS A AMA MUITO e eu vim aqui para lhe entregar o meu último folheto que lhe dirá tudo sobre JESUS e seu grande AMOR.
'Então ele entregou o seu último folheto e se virou para ir embora.
Ela o chamou e disse:-'Obrigada, meu filho!!! E que Deus te abençoe!!!
' Bem, na manhã do seguinte domingo na igreja, o Papai Pastor estava no púlpito.
Quando o culto começou, ele perguntou:- 'Alguém tem um testemunho ou algo a dizer?
'Lentamente, na última fila da igreja, uma senhora idosa se pôs de pé.
Conforme ela começou a falar, um olhar glorioso transparecia em seu rosto. - 'Ninguém me conhece nesta igreja. Eu nunca estive aqui.
Vocês sabem antes do domingo passado eu não era cristã. Meu marido faleceu a algum tempo deixando-me totalmente sozinha neste mundo. No domingo passado, sendo um dia particularmente frio e chuvoso, eu tinha decidido no meu coração que eu chegaria ao fim da linha, eu não tinha mais esperança ou vontade de viver. Então eu peguei uma corda e uma cadeira e subi as escadas para o sótão da minha casa. Eu amarrei a corda numa madeira no telhado, subi na cadeira e coloquei a outra ponta da corda em volta do meu pescoço.
De pé naquela cadeira, tão só e de coração partido, eu estava a ponto de saltar, quando, de repente, o toque da campainha me assustou.
Eu pensei: -'Vou esperar um minuto e quem quer que seja irá embora.
'Eu esperei e esperei, mas a campainha parecia tocar cada vez mais alta e era mais insistente; depois a pessoa que estava tocando também começou a bater bem forte. Eu pensei:-'Quem neste mundo pode ser?
Ninguém toca a campainha da minha casa ou vem me visitar. 'Eu afrouxei a corda do meu pescoço e segui em direção à porta, enquanto a campainha soava cada vez mais alta.
Quando eu abri a porta e vi quem era, eu mal pude acreditar, pois na minha varanda estava o menino mais radiante e angelical que já vi em minha vida. O seu SORRISO, ah, eu nunca poderia descrevê-lo a vocês! As palavras que saíam da sua boca fizeram com que o meu coração que estava morto há muito tempo SALTASSE PARA A VIDA quando ele exclamou com voz de querubim: -'Senhora, eu só vim aqui para dizer QUE JESUS A AMA MUITO. '
Então ele me entregou este folheto que eu agora tenho em minhas mãos.
Conforme aquele anjinho desaparecia no frio e na chuva, eu fechei a porta e atenciosamente li cada palavra deste folheto. Então eu subi para o sótão para pegar a minha corda e a cadeira. Eu não iria precisar mais delas.
Vocês vêem - eu agora sou uma FILHA FELIZ DO REI!!!
Já que o endereço da sua igreja estava no verso deste folheto, eu vim aqui pessoalmente para dizer OBRIGADO ao anjinho de Deus que no momento certo livrou a minha alma de uma eternidade no inferno.
'Não havia quem não tivesse lágrimas nos olhos na igreja.
E quando gritos de louvor e honra ao REI ecoaram por todo o edifício, o Papai Pastor desceu do púlpito e foi em direção a primeira fila onde o seu anjinho estava sentado.
Ele tomou o seu filho nos braços e chorou copiosamente.
Provavelmente nenhuma igreja teve um momento tão glorioso como este e provavelmente este universo nunca viu um pai tão transbordante de amor e honra por causa do seu filho...Exceto um. Este Pai também permitiu que o Seu Filho viesse a um mundo frio e tenebroso. Ele recebeu o Seu Filho de volta com gozo indescritível, todo o céu gritou louvores e honra ao Rei, o Pai assentou o Seu Filho num trono acima de todo principado e potestade e lhe deu um nome que é acima de todo nome.
Bem aventurados são os olhos que vêem esta mensagem.
Não deixe que ela se perca, leia-a de novo e passe-a adiante.Lembre-se: a mensagem de Deus pode fazer a diferença na vida de alguém próximo a você.Não tenha medo ou vergonha de compartilhar esta mensagem maravilhosa. Que Deus te abençoe!!!
-- FELIPE, Edson Henrique